quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Trabalhos e passeios com Magda Kalil!




















Concluído o projeto de Arqueologia no Nicão!

Na primeira semana de novembro de 2014, os alunos envolvidos no projeto: Laboratório de Arqueologia: Um convite à iniciação arqueológica cumpriram a última etapa do estudo.
Depois de aulas teóricas em sala de aula, manuseio de objetos arqueológicos emprestados temporariamente pelo Museu de Arqueologia da USP (MAE), e da Palestra abordando os principais temas da Arqueologia e da rotina de um arqueólogo, ministrada por Job Lobo (arqueólogo convidado), chegou a hora da escavação.

Sob as orientações da professora de História Elaine Bordalo, os alunos dos primeiros anos do ensino médio abriram duas quadrículas, com o intuito de compreender na prática, o conhecimento científico arqueológico, visando também o desenvolvimento da educação patrimonial.
Mas do que encontrar algum objeto, a escavação tinha por objetivo principal o conhecimento, refletindo sobre o passado, a apropriação da identidade e da memória coletiva.
A realização da escavação foi realizada por alunos interessados e estimulados em desvendar a prática arqueológica. Após a abertura das quadrículas e dos conceitos identificados, uma cápsula do tempo ficou no local, a fim de que se o local for escavado novamente, o arqueólogo perceba que o lugar já foi escavado, além de guardar no tempo, a escrita dos alunos.


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Conteúdo de estudo para atividade avaliada em Geografia no 4o. bimestre - alunos do 3o ano noturno

Atenção alunos do 3o. ano noturno. Separei alguns textos relacionados ao projeto "Casa sustentável" para atividade avaliada em 14 de novembro. Não faltem! Leiam e procurem compreender cada conceito trabalhado. Assistam os vídeos também! A avaliação da professora Cláudia Navarro e a apresentação dos trabalhos, entrarão para compor a média na matéria de geografia. Conto com o empenho de vocês.
Professora Mara - Geografia.

1) O que é desenvolvimento sustentável?

“A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.
Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.”

O que é preciso fazer para alcançar o desenvolvimento sustentável?

Para ser alcançado, o desenvolvimento sustentável depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos.
Esse conceito representou uma nova forma de desenvolvimento econômico, que leva em conta o meio ambiente.
Muitas vezes, desenvolvimento é confundido com crescimento econômico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentável, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende. 
Atividades econômicas podem ser encorajadas em detrimento da base de recursos naturais dos países. Desses recursos depende não só a existência humana e a diversidade biológica, como o próprio crescimento econômico. 
O desenvolvimento sustentável sugere, de fato, qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem.

Os modelos de desenvolvimento dos países industrializados devem ser seguidos?

O desenvolvimento econômico é vital para os países mais pobres, mas o caminho a seguir não pode ser o mesmo adotado pelos países industrializados. Mesmo porque não seria possível.
Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os padrões das sociedades do Norte, a quantidade de combustíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes e a de recursos minerais, 200 vezes. 
Ao invés de aumentar os níveis de consumo dos países em desenvolvimento, é preciso reduzir os níveis observados nos países industrializados.
Os crescimentos econômico e populacional das últimas décadas têm sido marcados por disparidades. 
Embora os países do Hemisfério Norte possuam apenas um quinto da população do planeta, eles detêm quatro quintos dos rendimentos mundiais e consomem 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial.





2) Conceito de Energia Limpa
Energia limpa é aquela que não libera, durante seu processo de produção ou consumo, resíduos ou gases poluentes geradores do efeito estufa e do aquecimento global. As fontes de energia que liberam quantidades muito baixas destes gases ou resíduos também são consideradas fontes de energia limpa
.
Principais fontes de energia Limpa:
- Energia eólica - gerada a partir da força do vento.
- Energia solar - gerada a partir dos raios solares.
- Das Marés - gerada através da energia contida nas mares dos mares e oceanos.
- Biogás - biocombustível produzido a partir da mistura gasosa de dióxido de carbono com gás metano.
- Biocombustíveis - etanol (produzido a partir da cana-de-açúcar e milho), biogás (produzido a partir da biomassa), bioetanol, bioéter, biodiesel, entre outros.
Importância
A produção e o consumo de energia de fontes limpas são de extrema importância para a proteção do meio ambiente e da manutenção da qualidade de vida das pessoas. Como não geram gases do efeito estufa (ou geram muito pouco), não favorecem o aquecimento global do planeta. Por outro lado, como não há queima de combustíveis fósseis, não há geração de gases poluentes ou resíduos sólidos que podem prejudicar a saúde das pessoas. A energia limpa é também um importante fator para se garantir o desenvolvimento sustentável do planeta.
Você sabia?
Fonte: http://www.suapesquisa.com/energia/energia_limpa.htm



3) O insustentável consumo norte-americano

Ronaldo Gusmão 
Medidas como acréscimos na devolução do imposto de renda, redução da taxa de juros, alívio no financiamento das dívidas com os cartões de créditos e hipotecas para que o cidadão possa consumir mais. Os Estados Unidos são mesmo um país consumista. Chegaram ao ponto de terem um índice nacional de intenção de compras. Tantos estímulos ao consumo são apontados como remédios para a enferma economia norte-americana.  
Ao reduzirem temporariamente o consumo, os Estados Unidos imprimiram em todo o mundo uma instabilidade econômica generalizada. Mais do que nunca, norte-americanos são levados a consumir mais energia, água, alimentos, a fim de "salvar o mundo" da recessão econômica. Promovem, desta forma, um verdadeiro suicídio planetário.
O que se conclui disto tudo? Estamos "perdidos" se a estabilidade econômica mundial depender da manutenção insustentável do consumo norte-americano. A verdade é que a lógica do crescimento econômico infinito não existe porque a economia real é baseada em recursos naturais finitos.
Este é o legado que os Estados Unidos deixam ao planeta. Seu estilo perdulário e consumista é exportado para todo o mundo através da sua eficiente indústria de comunicação. O país detem 5% da população mundial, contribui com 36% das emissões de gases de efeito estufa e consome 25% da energia mundial.
No que se refere aos países desenvolvidos, estes congregam um quinto da população mundial. Esta minoria, porém, consome 80% de todos os recursos naturais consumidos. Em média, quinze vezes mais papel e dez vezes mais aço.

Para os quatro quintos da população restante no mundo, sobram apenas 20% de recursos. Este dado é preocupante, uma vez que sabemos que esta população está adotando o mesmo estilo consumista pregado pelos norte-americanos. A conta ambiental simplesmente não fecha.
O mundo já consome 25% a mais de recursos naturais que a capacidade de regeneração do planeta. Se o modelo norte-americano fosse igualmente incorporado pelo Bric, sigla que reúne os quatro maiores países em desenvolvimento (Brasil, Rússia, Índia e China), responsáveis por 65% da população mundial, necessitaríamos de mais três planetas como este para consumirmos.

Os Estados Unidos transformou o dólar em moeda internacional. Naturalmente, esses dólares foram trocados por produtos e serviços reais por outros países. Quantos governos têm reservas em dólares? Quantas pessoas ainda guardam dólares no "colchão"? Na busca desenfreada pelo consumo promovido pelos Estados Unidos, passa-se por cima de princípios básicos como o respeito pelo ser humano e pelo meio ambiente. 
A própria globalização, que sempre esteve a serviços dos países mais ricos, é exemplo de que não importa como determinado bem foi produzido e quais foram os impactos desta produção. O que interessa mesmo, no fim dos cálculos, é a receita gerada pela produção a qualquer custo.
Afinal de contas, ninguém liga se a produção de um tênis utilizou mão-de-obra infantil ou se gerou impactos ambientais. Uma globalização verdadeira deveria ser completa: econômica, ambiental e socialmente. Para ser plena, tem que haver o livre trânsito de pessoas e principalmente de trabalhadores.
Três coisas precisam ser ditas sobre o futuro do planeta: 1 – Os Estados Unidos têm que reduzir seu consumo e, com isto, respeitar a capacidade de produção e de regeneração de seu território; 2 – O mundo não pode seguir de forma passiva o modelo insustentável norte-americano; 3 – O consumo tem que ser igualitário no planeta, e de acordo com sua capacidade de regeneração, temos urgentemente passar pelo consumo consciente, para se chegar a uma sociedade solidária 
Pesquisa realizada pelo Instituto Market Analyses, em oito capitais brasileiras, aponta para uma luz no fim do túnel. O estudo mostra que um em cada três consumidores deixou de comprar ou pensou em deixar de comprar produtos de empresas que julgavam não praticar a responsabilidade social e o cuidado com o meio ambiente. Outra pesquisa, desta vez realizada pelo Instituto Akatu, revela que 37% dos consumidores estão a um passo de se tornarem conscientes. 

Fonte: http://www.suapesquisa.com/energia/energia_limpa.htm





quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Alunos participam da palestra “Arqueologia e Patrimônio Cultural”




No dia 26 de agosto, os alunos das turmas 1º O, 2º I e 2º L do período noturno participaram da palestra “Arqueologia e Patrimônio Cultural”, com o arqueólogo Job Lôbo, convidado pela professora de História Elaine Bordalo.
Na oportunidade o arqueólogo Job Lôbo pode transmitir a importância do estudo sobre os vestígios arqueológicos, para a construção da identidade e da memória.
A palestra estava inserida no contexto do projeto: Iniciação a Arqueologia, um trabalho que vem sendo realizado junto aos alunos, visando o aprendizado da cultura material e suas interações com as explicações históricas.




segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Alunos visitam exposição dos Mayas

No último dia 14 de agosto, os alunos das turmas 1º D e 1º L, da Escola Estadual Professor Andrônico de Mello visitaram a Exposição:

Mayas: Revelação de um tempo sem fim”


Pavilhão de Exposições Oca, no Ibirapuera

A visita guiada foi realizada pelas professoras de História e Sociologia:
Elaine Bordalo, Marlise Balieiro e Michelle Carvalho
que acompanharam os alunos nessa viagem, a essa importante civilização
pré-colombiana. Os objetos arqueológicos, junto a interatividade das maquetes das
 cidades Mayas despertaram grande interesse nos alunos,  que puderam visualizar o
            que antes tinham visto apenas nos livros. 



segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Venda de camisetas

Atenção!

Venda das camisetas da escola amanhã (19/08) das 10hs as 14hs.
Preço: R$ 10,00.